Muitos bateristas tem dúvidas sobre os nomes dos estilos musicais, das pegadas na baqueta, dos ritmos, ou simplesmente não sabem nome nenhum, como é o caso de milhares de bateristas (infelizmente). Vamos entrar em um assunto que não parece, mas é, muito importante, sabermos o nome que se dá ao pegarmos as baquetas.

Baquetas
Créditos: furanda

Hoje existem duas pegadas principais (o modo como seguramos a baqueta). Vamos ver quais são:

Traditional Grip ou Pegada Tradicional

Tradicional Grip ou Pegada tradicional

Vinda desde o Séc. XVIII, a Traditional Grip, pegada tradicional ou regular foi muito usada pelos percussionistas dos exércitos para facilitar a execução da música, pois eles normalmente tocam em pé.

Uma boa parte dos bateras, principalmente os que tocam Jazz ainda usam essa pegada, mas para a mão esquerda. Porém, há os que utilizam nas duas mãos, como é o caso do baterista Dave Weckl em que algumas de suas apresentações, vemos ele utilizando.

Nessa pegada, seguramos a baqueta entre o dedão e o indicador (desempenhando a função de eixo da alavanca) e entre o dedo médio e o anelar (auxiliando na subida e descida).

Matched Grip ou Pegada Moderna

Matched grip ou Pegada moderna

Usada mais recentemente pelos bateristas, a Matched Grip é o nome que se dá quando o baterista usa as baquetas igualmente nas duas mãos. Nela, o batera segura a baqueta pelo indicador e o dedão, funcionando como um eixo de alavanca, e os outros dedos apenas controlando a subida e descida.

A maioria dos ritmos são tocados com a pegada moderna, excluindo poucos que costumam ser com a tradicional. Mas, isso não é uma regra, podemos usar as duas pegadas em qualquer estilo, você escolhe o que fica mais confortável para tocar.

Assista ao vídeo que ilustrará melhor o modo como seguramos as baquetas

Como a pegada tradicional é um pouco mais difícil de se executar, assista a esse vídeo. Mesmo sendo em inglês, é muito fácil de se compreender.

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Leonardo Telles
Proprietário do site Som Batera e baterista profissional, descobriu sua paixão pela música muito novo, aos 6 anos de idade. Hoje, toca com vários músicos e partilha conhecimentos por meio do Som Batera.

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