O baterista Cláudio Félix, nascido em 1976 em São Gonçalo/RJ, começou a tocar bateria na igreja por volta de 13 anos de idade, influenciado por seu irmão, que também tocava na igreja, descobrindo que aquilo era um dom e ele queria fazer isso para o resto da vida.

Dos 13 aos 19, ele não tinha estudado formalmente, apenas tocava na igreja. Aos 20 anos, de origem humilde, conseguiu recursos para fazer aulas de bateria, estudando com o baterista Silas Júnior (Fruto Sagrado). Depois fez algumas aulas com Pascoal Meireles e Kiko Freitas.

Claudio Felix

Mas, o que realmente o motivou a estudar bateria com mais seriedade foi quando um amigo, chamado Paulo Masson, apresentou à ele um vídeo do Dennis Chambers tocando no Tributo a Buddy Rich; e isso foi um divisor de águas. “Até aquele momento, eu não sabia que a bateria ou o baterista poderia chegar naquele nível técnico, nível de execução, de musicalidade…”. Então, à partir desse momento, Cláudio Félix começou a estudar muito, chegando a estudar até 10 horas por dia.

Suas grandes influências

As primeiras influências que ele teve foram de bateristas de Rock, pois quando começou, escutava muito Rock. Algumas bandas como: Guns N’ Roses, Paralamas do Sucesso, The Police; e também sendo influenciado pelos bateristas: João Barone, Serginho Herval e outros desse estilo. Mais tarde, teve como maior influência o Dennis Chambers, assim como os bateristas, Dave Weckl, Vinnie Collaiuta, Billy Cobhan, entre outros.

Suas conquistas como músico profissional

Aos 22 anos de idade, tendo trabalhado muito para conseguir recursos para comprar sua primeira bateria, começou a viver integralmente da música, dando aulas de bateria e tocando em bailes na região.

Depois de muito empenho e muito estudo, em 2002, Cláudio Félix conseguiu ganhar um dos maiores e mais respeitados festivais de bateria do Brasil, o Batuka! Brasil Drum Festival, participando do CD Batuka! em 2004, que conta com as participações de Aquiles Priester, Dave Weckl, Ebel Perrelli, Gledson Meira, Igor Willcox, Marquinhos Fê, Paganini, Robby Ameen, Sandro Moreno, Turquinho Filho, Valmir Bessa, Vera Figueiredo, Virgil Donati e Yuri Prado. Além disso, na mesma época ganhou o Cascavel Jazz Festival.

Nesse meio tempo, entrou para a banda do cantor gospel, Marquinhos Gomes, onde ficou durante 7 anos e gravou um CD e DVD. Logo após, começou a trabalhar com uma das maiores cantores gospel do Brasil, Aline Barros, onde continua até hoje, tendo gravado dois DVD’s e um CD.


Bateria de Cláudio FélixBateria de Cláudio Félix

Trabalhos instrumentais de Cláudio Félix

Cláudio Félix já participou de trabalhos com: Arthur Maia, Hélio Delmiro, Ney Conceição, Lica Cecato, Richard Bona, Cláudio Zoli, Paulo Calasans, Abraham Laboriel, Tom Brooks, Michael W. Smith, Gerson Borges, Mariana Valadão entre muitos outros.

Gravou dois álbuns de música instrumental, com o Trio Dialeto Brasileiro e o grupo Sub V, com os quais fez algumas apresentações. Atualmente, está engajado no projeto do seu primeiro CD solo, um dos destaques desse trabalho é o fato de só haverem composições de baixistas.

“Nunca deixe de sonhar, nunca desista do seu sonho, se empenhe o máximo possível, pois sonho não tem preço, tem valor. Então todo tempo, esforço e dedicação que você consegui colocar nisso, vai ser o melhor pra você, pois se é um sonho, então você deve fazer isso da melhor forma possível, se empenhar ao máximo.” – Cláudio Félix

Hoje, o baterista é patrocinado pelas baterias Gretsch, pratos Soultone, e pela loja ML Instrumentos musicais.

Você poderá entrar em contato com ele pelo perfil do Facebook ou pela página.

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Colunista do site Som Batera, baterista profissional e considerado o motor da banda Inversos Blues, Jhonatas é estudante de Engenharia de Computação e Informação na UFRJ e músico desde os 16 anos.

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